O Rio Ave foi espoliado na Figueira da Foz por um senhor árbitro que é arguido do processo Apito Dourado, mas continua a ser nomeado e a dirigir jogos. No golo de Nélson Veiga, obtido de cabeça depois do cabo-verdiano se ter pendurado no "gigante" Idalécio, o árbitro-assistente estava a olhar fixamente para o lance. O árbitro também. Nenhum deles viu nada. Golo da Naval, seguido de muito anti-jogo que cortou o ritmo e perturbou um Rio Ave que lidou mal com a desvantagem, não tendo condições para colocar o seu futebol em prática. João Vilas Boas fez bem o serviço, e no final os jogadores da Naval foram em uníssono cumprimentá-lo. Ficou-lhes bem. A a revolta do nosso guarda-redes, Mora, travando-se de razões com Manuel Cajuda, foi mais do que justificada. Ao menos ele não se calou...